segunda-feira, 29 de maio de 2017

Secretário de Obras estipula prazo para entrega de novos trechos do BRT/Vetor em Uberaba

29/05/2017 - MGTV 

Nagib Facury concedeu entrevista à TV Integração e disse que o sistema deve entrar em funcionamento em setembro.

Obras ainda estão sendo feitas na cidade (Foto: Reprodução/TV Integração)
Obras ainda estão sendo feitas na cidade (Foto: Reprodução/TV Integração)

Em entrevista ao MGTV 1ª Edição desta segunda-feira (29), o secretário de Obras de Uberaba, Nagib Facury, falou sobre o andamento das obras dos novos trechos BRT/ Vetor Sudoeste e Sudeste. A última previsão é que o sistema, que começou a ser construído em junho do ano passado, seria entregue no dia 30 de junho; porém, segundo Facury, tudo deve ficar pronto em setembro.

“Acreditamos que, infraestrutura e montagem de estações a gente termine, efetivamente, em julho. E vamos ter agosto e setembro para adaptações necessárias e para a empresa adquirir os ônibus que irão fazer o percurso. Acreditamos que até setembro a gente tenha o BRT rodando”, afirmou o secretário.

O secretário também explicou sobre as obras que ainda não começaram na Rua Bento Ferreira. “A vontade da Prefeitura é que a obra venha do Terminal, que está no Beija-Flor, sentido Centro. A última estação é a da Rua Bento Ferreira. Então, vamos deixar para executar esta obra em um último momento”, disse.

Algumas estações estão quase prontas (Foto: Reprodução/TV Integração)
Algumas estações estão quase prontas (Foto: Reprodução/TV Integração)

Começa em Uberaba a instalação de estações em novos trechos do BRT

16/06/2016 - G1Triângulo Mineiro

Cidade terá novos corredores do BRT/Vetor: Sudeste e Sudoeste.

As novas estações são retangulares.

Começou em Uberabaa instalação das estações no corredor Sudoeste do Sistema BRT/Vetor, que ligará o terminal em construção ao Terminal Oeste. A empresa responsável já deve estar se preparando também para iniciar as instalações das estações do corredor Sudeste, que ligará o novo terminal ao Leste, uma vez que as duas construções estão ocorrendo simultaneamente. As informações foram divulgadas pela assessoria da Prefeitura.

Diferente do modelo antigo e arredondado instalado no corredor Leste/Oeste, na Avenida Leopoldino de Oliveira, as novas estações têm um modelo retangular e são ambientalmente sustentáveis. Foram projetados dois tamanhos de estações que serão instaladas de acordo com a demanda de fluxo de passageiros de cada local. As estações terão rampas de acessibilidade, catracas e câmeras. Já os terminais terão estrutura igual aos existentes na cidade, já planejados com bancos e placas de sinalização.

Trajetos

O Terminal do BRT/Vetor Sudoeste está sendo implantado no Bairro Beija Flor, na Avenida Juca Pato, com trajeto passando pelas avenidas João Dallacqua, Dona Maria de Santana Borges, da Saudade, Bento Ferreira até a Leopoldino de Oliveira. As duas estações já iniciadas se encontram nas Avenidas João Dallacqua e Dona Maria de Santana Borges.

O Terminal do BRT/Vetor Sudeste está sendo construído no Bairro Gameleira, na Avenida Bandeirantes, cujo trajeto passa pelas avenidas Abílio Borges, Nelson Freire e Guilherme Ferreira.
Vale ressaltar que nas vias mais largas, casos da Av. Santana Borges e Av. da Saudade, por exemplo, haverá faixa exclusiva para ônibus.

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Campinas começa implantação do primeiro canteiro de obras do BRT

24/05/2017 - G1 Campinas e região

Os três corredores - Campo Grande, Ouro Verde e Perimetral - terão custo total de R$ 451,5 milhões.

Campinas (SP) iniciou a implantação do primeiro canteiro de obras dos corredores do sistema BRT (Bus Rapid Transit, na sigla em inglês).

Na terça-feira (23), a equipe técnica da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) e representantes do Consórcio Corredor BRT Campinas, responsável pelo Lote 1 da obra, definiram os detalhes para o início da formação do canteiro, que ficará localizado na confluência dos bairros Bonfim e Botafogo, na área do antigo leito desativado do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).
Já o início das obras está previsto para agosto, de acordo com a Prefeitura.

O Lote 1 compreende o trecho do Corredor Campo Grande, que é a ligação entre a região central até a Vila Aurocan, com extensão de 4,3 km; além do corredor perimetral, com 4,1 km.
Custo

Os três corredores BRT do município - Campo Grande, Ouro Verde e Perimetral - terão custo total de R$ 451,5 milhões, referentes à elaboração dos projetos executivos e realização das obras.

Deste montante, R$ 92 milhões são do Orçamento Geral da União (OGU) e R$ 197 milhões financiados pela Caixa. Cabe ao município o aporte de R$ 162,5 milhões.

Na semana passada, o prefeito Jonas Donizette (PSB) assinou contrato de financiamento com a Caixa Econômica Federal, que assegura ao município R$ 100 milhões. Serão 36,6 km de corredores, com tempo total de obras de três anos.

BRT

A elaboração dos projetos executivos e realização das obras dos três corredores BRT foram divididas em quatro lotes. Segundo a Prefeitura, o projeto irá beneficiar 450 mil pessoas que moram nos distritos do Campo Grande e Ouro Verde.

De acordo com a administração municipal, o sistema terá estações de transferência, veículos articulados ou biarticulados, corredores exclusivos com espaços para ultrapassagens, embarque e desembarque pela esquerda, embarque em nível e pagamento desembarcado.

No Ouro Verde serão 14,6 km de extensão, saindo da região central, seguindo pela João Jorge, Amoreiras, Ruy Rodriguez, Camucim até o Terminal Vida Nova.

domingo, 21 de maio de 2017

Governo lança edital de licitação para implantação do sistema de transporte BRT na ilha de São Luís

03/05/2017 - Agência de Notícias do Maranhão

O Governo do Maranhão, por meio da Comissão Central Permanente de Licitação (CCL) e da Agência Estadual de Mobilidade Urbana (MOB), lança o edital de licitação para implantação do Sistema de Transporte tipo BRT (Transporte Rápido por Ônibus), na ilha de São Luís, Etapa 02. O certame será realizado a modalidade Regime Diferenciado de Contratação, sob critério de julgamento de Técnica e Preço.

A licitação integra um plano de execuções do Governo do Estado que visa reestruturar a Avenida dos Holandeses e Litorânea e dinamizar a circulação de transporte coletivo metropolitano, com a implantação do BRT, corredor Avenida dos Holandeses (Avenida dos Holandeses e Búzios).

O lançamento do edital ocorrerá em solenidade realizada nesta quinta-feira (04), no auditório Roberto Macieira, na CCL. Na ocasião, o presidente da MOB, Artur Cabral.

SERVIÇO:

O QUÊ: Lançamento do Edital de Licitação para implantação do BRT na ilha de São Luís, Etapa 02;

QUANDO: Nesta quinta-feira (04);

ONDE: Auditório Roberto Macieira da CCL, às 9h. (Rua 44. Quadra 18 n° 35, Calhau, próximo à Confraria do Espanhol);

CONTATO: CCL (Leydyanne 9.82341217).



sábado, 20 de maio de 2017

Falta de fibra óptica impede monitoramento em tempo real de estações do BRT no Grande Recife

19/05/2017 - G1 PE

Três das 41 estações dos dois corredores existentes estão conectadas com a central do Grande Recife Consórcio. Projeto foi iniciado em 2015 e não tem previsão para ser concluído.

Central de monitoramento tem acesso a apenas três de 41 estações no sistema de BRT (Foto: Aldo Carneiro/ Pernambuco Press)
Central de monitoramento tem acesso a apenas três de 41 estações no sistema de BRT (Foto: Aldo Carneiro/ Pernambuco Press)

Três anos após o prazo final para a entrega das obras do BRT no Grande Recife, três das 41 estações existentes nos dois corredores contam com o videomonitoramento em tempo real. O problema é a falta de fibra óptica que permite a conexão do sistema.

Segundo o Grande Recife Consórcio de transporte, órgão responsável pelo transporte coletivo na região, cada estação é equipada com quatro câmeras internas e uma externa. Sem a fiação necessária, os equipamentos gravam, mas não conseguem transmitir ao vivo as imagens para o Sistema Inteligente de Monitoramento da Operação (Simop).

Em 2015, o consórcio anunciou uma parceria com a empresa Telebras, para agilizar a instalação do sistema de fibra óptica nas estações de BRT. Na teoria, o Simop tem como objetivo planejar, monitorar, otimizar, regular e fiscalizar as 25 mil viagens realizadas por dia pelos coletivos que circulam no Recife e Região Metropolitana. Na prática, no entanto, o sistema tem acesso apenas às estações Derby e Guararapes, no Centro da capital, e Abolição, na Zona Oeste, todas do Corredor Leste/Oeste, sem previsão de instalação completa.

Segundo o Grande Recife Consórcio, a Secretaria de Defesa Social (SDS) não tem acesso automático aos vídeos gravados nas estações. Assim como acontece nos ônibus, o órgão precisa solicitar ao consórcio as imagens de assaltos e vandalismo.

A SDS confirmou essa informação e afirmou que o Centro Integrado de Operações de Defesa Social (Ciosd) não tem acesso a ao material produzido pelas câmeras. Para investigar casos de violência, a SDS diz que é preciso pedir o conteúdo gravado.

Na terça-feira (16), bandidos invadiram a Estação Praça da República, na Avenida Dantas Barreto, uma das mais movimentadas do centro do Recife. Eles levaram a máquina usada pelos passageiros para fazer a recargas dos cartões de transporte coletivo.

Projeto

Segundo o consórcio, desde o início do projeto, em 2015, até este ano, foram investidos R$ 20,5 milhões na aquisição de hardware e equipamentos embarcados (que transmitem informações de dentro dos ônibus); instalação dos equipamentos; aquisição de softwares (planejamento de viagens, regulação do transporte público, indicadores operacionais); serviços de implantação; treinamento e acompanhamento da operação; entre outros.

Os chamados equipamentos embarcados do Simop estão instalados nos 2.500 dos três mil ônibus do Recife e Região Metropolitana. Com o projeto, os passageiros que estiverem nas plataformas de embarque dos Terminais Integrados e nas estações de BRT vão receber informações dos horários de partida dos coletivos por meio de monitores de TV. A população poderá obter as mesmas informações por meio de um aplicativo de smartphone, que deve ser disponibilizado para IOS e Android.

terça-feira, 16 de maio de 2017

Campinas anuncia nova data para BRT; linhas de ônibus afetadas ainda não foram definidas, diz Emdec

15/05/2017 - G1 Campinas e Região
Prefeitura assinou convênio com a Caixa Econômica no valor de R$ 100 milhões a juros de 3,4% ao ano e dois anos de carência.

Por Luciano Calafior

O prefeito Jonas Donizette, ao centro, assina convênio com a Caixa Econômica Federal (Foto: Luciano Calafiori/G1)
O prefeito Jonas Donizette, ao centro, assina convênio com a Caixa Econômica Federal (Foto: Luciano Calafiori/G1)

A Prefeitura de Campinas (SP) anunciou, nesta segunda-feira (15), o início das obras do sistema dos ônibus rápidos (Bus Rapid Transit na sigla em Inglês) para o mês de agosto. No dia 31 de março, quando assinou o contrato de liberação das verbas com o governo federal, a data prevista de início foi determinada em 90 dias, ou seja, fim junho.

O governo municipal adiantou também que não definiu quais e quantas linhas de ônibus terão alteração no trajeto durante a implantação do projeto, além de onde serão os desvios para o tráfego de veículos.

Os BRTs podem reduzir, segundo o projeto, o tempo de viagem entre bairros periféricos e a região central em até 25%.

Sem dia de agosto definido

Segundo a administração, existem pendências em relação ao detalhamento do projeto básico no confronto com o executivo [que confirma se o básico é viável], desapropriações de terrenos e áreas que foram ocupadas irregularmente no caminho para determinar em qual dia de agosto a obra terá início.

Só de desapropriações e retirada de famílias de terrenos invadidos são 70 mil metros quadrados, segundo a prefeitura. O corredor do BRT terá um total de 37 quilômetros a serem construídos.

“O nosso cronograma é esse [agosto]. Mas, toda obra pode ter alguma dificuldade. Temos detalhamentos do projeto executivo, que é esta etapa, que vai confirmar detalhes do desenho do projeto básico. Tem processo de desapropriação e algumas áreas em nosso município que estão ocupadas”, explica o secretário municipal de Transportes, Carlos José Barreiro.

36 meses

A expectativa é que toda a obra dure 36 meses.“Estamos trabalhando para o menor transtorno para a população”, ressalta o secretário.

R$ 451 milhões e início no Campo Grande

O projeto total está orçado em R$ 451 milhões e vai começar pelo Distrito do Campo Grande, considerado o mais complexo devido à necessidade de construção de pontes, viadutos e as passagens sobre a linha férrea.

Nesta região do Campo Grande a extensão será de 17,9 quilômetros, indo do Terminal Mercado, passando pelo Terminal Rodoviário Ramos de Azevedo, seguindo pelo leito desativado do antigo Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT). O corredor passará ainda pela Avenida John Boyd Dunlop até o Terminal Itajaí.

O Corredor Ouro Verde, com extensão de 14,6 quilômetros, sai do Terminal Central e segue pelas avenidas João Jorge, Ruy Rodrigues e Camucim. O ponto final será no Terminal Vida Nova.

De acordo com o projeto, um terceiro corredor com 4 quilômetros vai interligar os dois corredores, no segundo trecho do leito desativado do VLT, entre as avenidas John Boyd Dunlop e Amoreiras.
Lotes

A construção dos corredores do BRT foram divididos em 4 lotes. O primeiro trecho é do Corredor Campo Grande. Ele vai ligar a região central até a Vila Aurocan. A extensão será de 4,3 km. Nesta etapa conta ainda o Corredor Perimetral, com 4,1 km. O responsável será consórcioArvek; D. P. Barros; Trail; Enpavi; Pentágono. O valor total do lote é de R$ 88,9 milhões.

O corredor dois terá os trechos 2, 3 e 4 do Corredor Campo Grande. Esses trechos são da ligação da Vila Aurocan até o Terminal Itajaí, totalizando 13,6 km. O trecho 2 será da Vila Aurocan até a ponte sobre a Rodovia dos Bandeirantes (SP-348), com 5 km.

O trecho 3 contempla a ponte da Rodovia dos Bandeirantes até o Terminal Campo Grande, totalizando 6,4 km. E o trecho 4, do Terminal Campo Grande até o Terminal Itajaí, totalizando 2,2 km. O responsável será a Empresa Construcap – CCPS Engenharia e Comércio. O valor total do lote é de R$ 191,1 milhões.

O Lote 3 terá trecho 1 do Corredor Ouro Verde, que liga a região central até a Estação Campos Elíseos, com 4,8 km de extensão. Segundo a Prefeitura, o responsável será a Empresa Compec Galasso e o valor total do lote de R$ 66,5 milhões.

O lote 4 terá os trechos 2 e 3 do Corredor Ouro Verde, que compreende a ligação da Estação Campos Elíseos até o Terminal Vida Nova, totalizando 9,8 km de extensão. O trecho 2 sai da Estação Campos Elíseos e vai até o Terminal Ouro Verde, com 5,7 km. E o trecho 3 compreende do Terminal Ouro Verde até o Terminal Vida Nova, com 4,1 km. O consórcio responsável será o Artec; Metropolitana, com valor total do lote de R$ 104,9 milhões.

Convênio

A Prefeitura de Campinas assinou, nesta segunda-feira, com a Caixa Econômica um contrato de financiamento de contrapartida no valor de R$ 100 milhões para o início das obras do BRT.

A administração terá 120 meses para pagar o financiamento. “Isso é mais um esteio para tirarmos do papel esta obra importante que é o BRT. Eu diria que na área de mobilidade é uma das maiores obras o país”, afirma o prefeito Jonas Donizette (PSB).

Questionado sobre possível falta de verbas ao longo dos 36 meses devido à crise econômica, o prefeito garantiu que toda verba do BRT já está garantida.

“Todos os convênios e contratos tem o recurso garantido pela Caixa, que é um banco forte e estruturado”, disse o prefeito Jonas Donizette.

De acordo com o vice-presidente da Caixa, Roberto Derziê, o financiamento da contrapartida da Prefeitura terá juros baixos. “TJLP [Taxa de Juros ao Longo Prazo] mais 3,4% ao ano”, confirma o vice-presidente do banco federal. A condição de pagamento será de 120 meses com dois anos de carência.

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Projeto para corredores de ônibus avança na Avenida Brasil Norte

27/04/2017 - Jornal Contexto (Anápolis)

Previsão é de que os trabalhos sejam iniciados na segunda quinzena de maio, quando o tempo estiver mais firme


As obras de mobilidade urbana que preveem a implantação dos corredores de ônibus ao longo da Avenida Brasil, devem se concentrar na parte Norte da via. Segundo a Secretaria Municipal de Obras, Serviços Urbanos e Habitação, o trabalho estava previsto para se iniciar, ainda, em abril, mas optou-se por aguardar até o início da segunda quinzena de maio, quando o tempo deve estar mais firme, o que garantirá mais agilidade e qualidade nos serviços a serem executados.

O corredor da Avenida Brasil Norte tem cinco quilômetros de extensão, por onde são transportados mais de seis mil passageiros/dia. Na parte Sul, os trabalhos estão praticamente concluídos. Este corredor conta com uma extensão de 15,4 quilômetros, por onde circulam 22 linhas de ônibus que transportam, diariamente, mais de 20 mil passageiros. 

Uma alteração importante, nos dois corredores - Norte e Sul da Avenida Brasil - é que o embarque e o desembarque de passageiros do sistema de transporte coletivo passará a ser feito nos pontos localizados no canteiro central da via.

Viadutos

Seguem aceleradas as intervenções para a retirada de adutoras nos viadutos da Avenida Brasil. Na última quarta-feira, 26, equipes da JOFEGE, a empresa que executa a obra, trabalharam até mesmo no período noturno. O trânsito teve de ser interrompido até mesmo em um pequeno trecho da Avenida Goiás, no sentido Jundiaí/Centro. A previsão é de que esta fase se encerre até o fim deste mês para dar-se início à construção das rampas de acesso.

Segundo o secretário municipal de Obras e Serviços Urbanos, Vinícius Souza, são quatro rampas e, neste primeiro momento, serão executadas duas: uma de cada viaduto. Outra intervenção importante é a construção de sistemas de drenagem com maior capacidade de vazão. Galerias pluviais serão instaladas para evitar-se o alagamento durante o período de chuvas na região.

Com as obras, o trânsito continua interditado na Avenida Brasil (sentido sul-norte), no trecho entre a Rua Amazílio Lino de Souza e a Rua 18 de Setembro. A previsão para se concluir esse trabalho é de 60 dias.

Autor(a): Claudius Brito

Corredores de ônibus vão ter quase 50 quilômetros

14/08/2015 - Jornal Contexto (Anápolis)

Prefeito João Gomes anunciou que os recursos estão garantidos e a assinatura da ordem de serviço pode acontecer ainda este mês

A Prefeitura de Anápolis aguarda apenas o sinal verde do Ministério das Cidades e da Caixa Econômica Federal, para dar a ordem de serviço para o início das obras de implantação dos corredores de ônibus da Cidade, que vão totalizar 49 quilômetros de extensão, ao longo de seis eixos nas avenidas Brasil Sul; Brasil Norte; São Francisco\JK; Pedro Ludovico, Universitária e Presidente Kennedy\Fernando Costa. A informação foi repassada na tarde desta quinta-feira,13, ao Jornal Contexto pelo Prefeito João Gomes, após a solenidade de abertura da audiência pública do Plano Municipal de Mobilidade Urbana de Anápolis (Plamob). Na ocasião, foi assinado o convênio com a Embarq Brasil, empresa contratada pelo Município para desenvolver o planejamento, que será feito em sete etapas: Preparação; Definição de Escopo; Procedimentos Gerenciais; Elaboração; Aprovação; Implementação e Avaliação e Revisão.

O projeto dos corredores de ônibus integram o Plamob e os recursos para a sua execução – da ordem de R$ 74 milhões – já estão prontos para serem utilizados, uma vez que são oriundos de financiamento. Todos os projetos estão em fase final de análise técnica e devem ser liberados, em breve, para que as obras possam iniciar antes do período chuvoso. A data do lançamento da obra está, inclusive, sendo agenda em Brasília para a vinda do ministro das Cidades, Gilberto Kassab, para prestigiar o evento.

Além dos corredores de ônibus, nesta etapa - que engloba os R$ 74 milhões – também está prevista a implantação de mais dois viadutos: um no cruzamento das avenidas Brasil com a Goiás e o outro no cruzamento da Brasil com a Rua Amazílio Lino. Na Brasil e na Universitária, o projeto prevê alterações no lado de embarque de passageiros; utilização de vias de escoamento rápido para os ônibus e ciclovias nos canteiros.

De acordo com o Prefeito, os corredores de ônibus trarão uma grande mudança na concepção do trânsito em Anápolis, já que o objetivo é fazer com que as pessoas utilizem mais o transporte de massa. O que, consequentemente, pode resultar na diminuição do número de carros de passeio em circulação.

João Gomes destacou que o Plamob já está em fase adiantada de estudos. Mas, independente de o estudo estar pronto, as obras vão acontecendo, como é o caso- citou – da iluminação do viaduto do Distrito Agro Industrial de Anápolis, que foi feito pela Prefeitura e não pela concessionária da rodovia BR-060. Conforme disse, a obra resultou num investimentos de aproximadamente R$ 300 mil do Tesouro Municipal “e foi um trabalho de engenharia muito interessante desenvolvido pelo nosso pessoal, com as fiações subterrâneas”, observou.

Em sua fala, na abertura da audiência pública, João Gomes pontuou que Anápolis, como centenas de outras cidades brasileiras, nasceu ao entorno de uma igreja e uma praça e, dali, ocorreu a sua expansão urbana. Porém, esse crescimento não se deu de forma organizada, planejada. “Mas nós não podemos ficar chorando o que não ocorreu no passado, vamos olhar para frente e este plano é justamente, para que possamos pensar a Cidade, na questão do trânsito e da mobilidade, para as próximas gerações”, assinalou.


A audiência pública prossegue nesta sexta-feira,14., durante toda a parte da manhã. O trabalho foi sistematizado com a formação de oito grupos de trabalho, para tratar dos seguintes temas: Pedestres e ciclistas; Espaços públicos e novas urbanizações; Transporte coletivo; Veículos privados; Participação popular; Táxis e moto-táxis e Transporte de Cargas.


Plamob passo a passo


1.PREPARAÇÃO

- Mobilização inicial

-Análises preliminares

- Tomada de decisão

- Mapeamento dos atores

- Comunicação e participação social

- Estruturas de gestão e participação


2. DEFINIÇÃO DE ESCOPO

- Construção da visão

- Objetivos e áreas de intervenção

- Metas, prioridades e horizontes


3. PROCEDIMENTOS GERENCIAIS

- Cooperação para elaboração

- Termo de referência e licitação

- Plano de trabalho e cronograma


4. ELABORAÇÃO

- Caracterização e diagnóstico

- Cenários e avaliação de impactos

- Formulação e avaliação de propostas

- Programa de ação

- Indicadores de desempenho

- Consolidação do Plano


5. APROVAÇÃO

- Verificação da qualidade

- Audiência pública final

- Instituição do Plano


6. IMPLEMENTAÇÃO

- Cooperação para implementação

- Detalhamento e implantação de estudos e projetos

- Monitoramento das ações


7. AVALIAÇÃO E REVISÃO

- Avaliação das propostas e ações

- Revisão e atualizações periódicas


Autor(a): Claudius Brito

sexta-feira, 10 de março de 2017

Licitação do BRT que ligará Lapa ao Iguatemi sai na terça (14)

09/03/2017  -  Correio

Primeira etapa vai custar R$ 408 mi e ficará pronta dentro de 2 anos

Hilza Cordeiro e Carol Aquino (redacao@correio24horas.com.br)

O prefeito ACM Neto anunciou nesta quinta-feira (9) que o edital de licitação da primeira etapa do BRT (Bus Rapid Transit) será publicado na próxima terça-feira (14). O anúncio foi feito em coletiva de imprensa com a presença do ministro das Cidades, Bruno Araújo, que veio à capital baiana para visitar as obras de mobilidade da cidade. De acordo com o prefeito, a licitação deve durar em torno de três a quatro meses, mas pode levar mais tempo, caso haja pedidos de recurso. A expectativa é de que, após licitada, a obra de R$ 408 milhões seja concluída em dois anos e quatro meses.

O projeto deste primeiro trecho possui 2,9 km, que compreende a área da Avenida ACM entre o Parque da Cidade, no Itaigara, e o Iguatemi, em frente à rodoviária. Neste percurso serão construídos cinco viadutos. “Em paralelo, já esse ano vamos licitar o projeto complementar da segunda etapa para que não só a obra possa começar nos próximos meses, mas para que a segunda também já seja adiantada”, garantiu Neto. 


Prefeito anunciou novidade ao lado do ministro das Cidades, Bruno Araújo
(Foto: Valter Pontes/Divulgação Secom Salvador)

De acordo com o prefeito, o consórcio vencedor desta primeira licitação fica responsável ainda por fazer o projeto complementar, pensando o terreno para a próxima obra. O trecho 2 ligará a Estação da Lapa ao Parque da Cidade, com uma extensão de 5,5 km e investimento de R$ 412 milhões. Serão seis estações, um viaduto na Av. Garibaldi e dois viadutos elevados. O terceiro trecho, que vai do Parque da Cidade até a Pituba, no Posto dos Namorados, é uma expansão de 1,8 km e contará com duas estações e um terminal.

Segundo a prefeitura, após conclusão das três etapas previstas, 31 mil pessoas serão beneficiadas por hora, em momentos de pico, pelo BRT. Concluídas as obras, o trecho entre a Lapa e o Iguatemi, de 8,7 km, será feito em 16 minutos –  atualmente, gasta-se cerca de uma hora. Além disso, também já está em discussão a integração entre o BRT e o metrô.

“Vim à Bahia para ratificar o nosso compromisso com o estado, a prefeitura e a sociedade. Muitas capitais levaram anos para ter esses equipamentos e agora eles vão atender todos os baianos”, disse o ministro. Na oportunidade, o prefeito também colocou em pauta com o ministro a urbanização do Canal Paraguari, no Subúrbio, que tem estimativa de investimento de R$ 40 milhões. De acordo com o ministro, o governador Rui Costa tinha um compromisso no interior do estado e não pode comparecer para acompanhar a visita.

Desenvolvimento econômico

E não para por aí. Neste mês de aniversário de Salvador, os soteropolitanos vão ganhar um programa de desenvolvimento econômico da capital. O presente é mais que bem-vindo. Em época de crise, milhares de pessoas estão em busca de uma oportunidade de trabalho. A taxa de desemprego total da Região Metropolitana de Salvador é de 25,1%, segundo dados da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI).

Ainda em fase de desenvolvimento, o programa a ser lançado é voltado para a atração de empresas com alto potencial de geração de renda e empregos. Estes empreendimentos receberão do poder municipal incentivos fiscais e subsídios como cessão de áreas para se instalar por aqui e estimular a economia na capital. Segundo o secretário municipal de Desenvolvimento e Urbanismo (Sedur), Guilherme Bellintani, não existe preferência por tipo de atividade da empresa. O que está sendo levado em conta é a capacidade de geração de renda e empregos para os soteropolitanos.

“É uma expectativa aberta para que Salvador consiga ter um novo ciclo de alavancagem econômica”, argumenta Bellintani. De acordo com o secretário, ainda não é possível estimar quantos empregos serão gerados, já que os pactos com as empresas ainda estão em andamento. Por enquanto, os locais estudados e priorizados para instalação destes negócios são a Península de Itapagipe e uma parte do Subúrbio Ferroviário.

O operador de empilhadeira Ruan Dias, morador da Ribeira, está desempregado há dois anos e quatro meses e já havia descartado encontrar um emprego perto de casa. Ele afirma que a maioria das vagas a que se candidata ficam no Comércio, na Paralela, ou no Iguatemi e adjacências.

“Eu acho que seria uma boa trabalhar aqui na Península, porque a gente tem que cumprir horário no trabalho. Um funcionário morando perto da empresa é melhor por causa da questão de atrasos”, comentou Ruan. Ele também considera positiva o estímulo a novos negócios, principalmente por causa da dificuldade que ele tem para achar um emprego na sua área de formação. “Para você atuar na área a empresa exige experiência. Aí, para quem não tem, como eu, a situação fica pior.”

O secretário explica que cada empresa deve se alocar onde for mais adequado ao seu modelo de negócio. “O varejo, por exemplo, vai para onde tem demanda de compra, como é o caso de supermercados. Já as pequenas indústrias podem seguir uma indicação nossa de onde devem ficar”, esclarece. Os locais exatos não foram divulgados para evitar especulação imobiliária e econômica no entorno.

O que é possível adiantar é que entre as empresas que procuraram a prefeitura duas são do setor de varejo, uma de hotelaria internacional com desejo de se instalar na orla e as outras são empresas do ramo de construção civil, call center e negócios digitais. Conforme Bellintani, os subsídios e incentivos fiscais não devem ser oferecidos por mais de cinco anos – tempo esperado para que a empresa seja implantada e consiga se estabelecer no mercado. 

Sem burocracia

Junto com este programa de desenvolvimento também será lançado ainda o Simplifica, um pacote de medidas antiburocracia para facilitar a abertura de novas empresas na cidade. A prefeitura, também através da Sedur, pretende melhorar esse processo com a redução do tempo para quem quer abrir um negócio. Também de acordo com Bellintani, o projeto Simplifica pretende implantar tecnologias e criar um canal específico para atendimento pela internet. “A configuração atual das secretarias é feita para um tipo de cidadão/empresa atrasado. É muito físico, que transita entre órgãos. O que a gente quer é reduzir o tempo e deslocamento, fazendo o máximo possível através da internet”, conta.

O secretário esclarece que algumas normas relativas à abertura de empresas são de 20 a 30 anos atrás e precisarão ser alteradas para essa nova configuração do processo via internet. Por causa disso, uma parte do projeto ainda terá de passar pela Câmara de Vereadores para análise e modificação das leis. De acordo com dados da Junta Comercial da Bahia, a abertura de empresas caiu muito nos últimos anos. Em 2015 e 2016, foram abertos, respectivamente, 26.583 e 24.946, número mais baixo desde 2007. Em 2013, 31.029 empresas foram abertas.

Mais obras

E a festa não para por aí. No final do mês a prefeitura também anuncia projetos que vão de desde infraestrutura a desenvolvimento social, urbano, cultural e econômico. Serão feitas quatro obras de contenção de encostas em locais como Arraial do Retiro, Barro Branco e outros; entrega de dois mil títulos de posse de terra; inauguração de quinze praças; construção do Centro Integrado de Esportes em Itapuã, além de entrega de mais de 20 quadras e campinhos; inauguração de unidades de saúde, duas escolas e uma creche; criação de parcerias público privadas (PPPs) para 600 vagas subterrâneas de estacionamento no Centro Histórico/Comércio e construção de mais cemitérios, além de abertura de sete editais na área cultura